quinta-feira, 4 de outubro de 2007

"Arte, como pensar?"

A educação sempre foi o motor da civilização e a ela devemos nossa constante evolução técnica,científica e cultural. Mas, neste momento, a educação passa a ter um papel ainda mais decisivo até para a nossa sobrevivência. Cabe a ela promover uma revolução.
Nesta pós-modernidade vivemos uma crise de valores, que advém de uma ruptura com os paradigmas da modernidade agravada pela globalização econômica e cultural.
A antropologia pré-histórica mostra-nos como a hominização é uma aventura de milhões de anos, ao mesmo tempo descontínua - surgimento de novas espécies: habilis, erectus, neanderthal, sapiens, e desaparecimento das precedentes, aparecimento da linguagem e da cultura – e contínua, no sentido de que prossegue em um processo de bipedização, manualização, erguimento do corpo, cerebralização, juvenescimento (o adulto que conserva os caracteres não-especializados do embrião e os caracteres psicológicos da juventude), de complexificação social, processo durante o qual aparece a linguagem propriamente humana, ao mesmo tempo que se constitui a cultura, capital adquirido de saberes, de fazeres, de crenças e mitos transmitidos de geração em geração...
O ser humano - e enfim a sociedade global - passa por um mau (ou péssimo...) momento, do ponto de vista moral e cultural: uma tremenda crise de valores.
Hoje dá na mesma ser honesto ou traidor, ignorante, sábio, ladrão, generoso, enganador...
Tudo é igual, nada é melhor: dá na mesma ser um burro ou um grande professor.

Diante disso, cabe as seguintes perguntas: Por que a educação está hoje tão "em alta"?Mas que revolução seria essa? E quais são suas armas?

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